27/05/2010 - São Roque - SP

Escola do Carmo promove Dia da Família e recebe representantes da Secretaria de Educação de Mauá

No sábado, 22, a escola municipal de ensino fundamental “Dr. Rabindranath Tagore dos Santos Pires”, localizada no bairro do Carmo, comemorou o “Dia Família” na escola que foi marcada com diversas apresentações dos alunos e participação do Grupo Folclórico Catira Ás de Ouro, que faz parte do Patrimônio Cultural do município de Mauá. O evento foi prestigiado pela comunidade, educadores e pelas representantes do Departamento de Educação, Marisol Garcia Cavalheiro, que é assistente técnica educacional e Sandra Camargo, coordenadora de área.

O “Dia da Família” na escola acontece duas vezes no ano sempre nos meses de maio e agosto.  Neste primeiro evento de 2010 contou com um público de cerca de 200 pessoas.

O evento do último sábado, segundo a direção da escola, foi uma troca de experiências culturais extremamente relevante. A abertura ficou por conta do grupo de mímica do Bairro do Carmo, cujo alunos integrantes representam a origem quilombola do Bairro. No decorrer do evento outras as apresentações também foram realizadas pelos alunos como: coral, dança, poesia e ginástica artística.

Além da apresentação, o grupo de Mauá deu continuidade a programação com visita a Casa Grande e a Senzala. Acompanhados pela moradora e coordenadora do projeto Amigo na Escola do bairro do Carmo, Aparecida Donizete do Carmo Borba, conheceram os pontos turísticos, conversaram com os moradores mais antigos que contaram a história do bairro.

Visita

O grupo de Mauá esteve na cidade numa caravana de 44 pessoas entre professores de Educação Infantil e Educação de Jovens e Adultos da Rede Municipal.  A visita a São Roque faz parte do Projeto de formação pedagógica “Sábados Pedagógicos” da Secretaria de Educação de Mauá.

A presença do Grupo Folclórico “Catira Ás de Ouro” trouxe uma atividade cultural de raízes africanas à cidade de São Roque e aos alunos e comunidade do Bairro do Carmo.

Segundo informações do grupo, há algum tempo eles desenvolvem um debate sobre o tema “Abolição inacabada”, e a situação dos remanescentes de quilombos se insere neste contexto.

Segundo o ponto de vista da Coordenadoria Igualdade Racial de Mauá a visita atendeu às expectativas. “Muitas pessoas não tem ideia de como são sequer o espaço geográfico onde outrora existiu um quilombo. Não conhecem a história das pessoas e suas dificuldades e estas visitas tornam estas pessoas mais reais”.

Os visitantes elogiaram a cidade pela população hospitaleira e especialmente os habitantes do bairro do Carmo.

Fotos: Divulgação

O evento contou com apresentações de dança, música e poesia pelos  alunos







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